Tuesday, January 24, 2006
oh...
depois de refletir um cigarro, me dou conta de três coisas. 1. o perplexo abaixo foi o primeiro post do ano. 2. tenho fome. 3. ninguém mais deve acessar esse blog relapso...
mais de um mês sem postar... não esperem q eu atualize a vida. it would be boring, for me and for you...! trust me.
nesse mês tive q terminar de escrever os ensaios das disciplinas do mestrado, fazer uma mudança de casa, e todo o trabalho braçal e burocrático q isso implica [aliás esfregando as paredes do meu apartamento velho q eu tive a sacada de pq pobre não se entedia. não é possível, pois não sobra tempo. simples. trop simples.], escrever um projeto de pesquisa e preparar minha pesquisa exploratória.
e agora nesse exato instante, é isso q eu faço. pesquisa exploratória. bom jesus, são francisco de paula. o lugar é absolutamente lindo. tem algumas excreções estéticas, como pinus eliotis. bem, mas culpar o dinheiro pelos males do mundo, como eu ia fazer em sentença abortada antes de formulada, seria tão simples, quanto ingênuo e ou estúpido.
sejamos realistas, o homem veio à existência com um ou dois pares de genes mofados. e isso não tem solzinho q dê jeito. só uma gente celerada como os americanos podem pensar q o mundo, incluindo o homem, é projeto arquitetônico. sem precisar desenvolver, pobres arquitetos...
o pessoal de campo aqui são uns gaúchos de muito fundamento, laçadores, tropeiros, gente antiga, séria, gentilíssima e simples. [...]
nesse mês tive q terminar de escrever os ensaios das disciplinas do mestrado, fazer uma mudança de casa, e todo o trabalho braçal e burocrático q isso implica [aliás esfregando as paredes do meu apartamento velho q eu tive a sacada de pq pobre não se entedia. não é possível, pois não sobra tempo. simples. trop simples.], escrever um projeto de pesquisa e preparar minha pesquisa exploratória.
e agora nesse exato instante, é isso q eu faço. pesquisa exploratória. bom jesus, são francisco de paula. o lugar é absolutamente lindo. tem algumas excreções estéticas, como pinus eliotis. bem, mas culpar o dinheiro pelos males do mundo, como eu ia fazer em sentença abortada antes de formulada, seria tão simples, quanto ingênuo e ou estúpido.sejamos realistas, o homem veio à existência com um ou dois pares de genes mofados. e isso não tem solzinho q dê jeito. só uma gente celerada como os americanos podem pensar q o mundo, incluindo o homem, é projeto arquitetônico. sem precisar desenvolver, pobres arquitetos...
o pessoal de campo aqui são uns gaúchos de muito fundamento, laçadores, tropeiros, gente antiga, séria, gentilíssima e simples. [...]
Monday, December 12, 2005
dor, prazer e solidão ou uma leitura perniciosa...
tinha q ler sobre democracia radical, bons e maus governos, política de aquisição de alimentos da agricultura familiar. acabei c/ a 'teoria do prazer, por um materialismo hedonista'.
claro, pq eu sou maior cdf li quase tudo + a 'teoria', q era pra relaxar, antes de prosseguir. mas me custou largar o livro.
[...] expõem uma idéia q me fez pensar. a dor e o prazer tem a particularidade de revelar uma condição. a solidão.
não consegui fechar questão. a dor é fato. a experiência da dor é solitária, ainda q vc tenha amparo. a dor profunda, física ou moral, aquela q te macera o coração, a alma, a vontade, é algo q ninguém pode 'tirar' de vc [mesmo q esteja cercado das melhores intenções]. enfim, a dor não é uma experiência compartilhada e tem mesma essa singularidade de mostrar pra vc q vc é vc e apenas vc nesse mundo...
por outro lado, o prazer, q nunca pensei nesses termos, pode te revelar só; mas é uma experiência plena de compartilhamento. mas essa potencialidade depende de que tipo de prazer está em questão. ouvir uma música é deleite solitário. ler rubem fonseca também.
mas o prazer sexual é uma dimensão diferente. ele pode te dar a exata medida da solidão em períodos prolongados de abstinência. terrivelmente terrível, mas óbvio. mas me ocorre pensar nessa solidão dentro do ato sexual, ou após.

a experiência do prazer, quando o encontro é profundo, o q não é comum [pelo contrário. o q é uma lástima], é essencialmente compartilhada. 'n' variáveis determinam q isso aconteça. mas a lógica q resume a idéia é: i.vc sente prazer, ii.vc proporciona prazer, iii.ver o outro sentir prazer, iv.aumenta aumenta o seu próprio prazer. muito resumidamente, pra mim, essa é a lógica do sexo, stritu sensu, bem feito. [tem outras componentes, o cheiro, o gosto, a pele, os olhos, o cérebro, e outras 'substâncias' mais... mas não é um tratado. paramos aqui.]
bom, mas, e isso talvez seja pernicioso, após o 'êxtase-auge-clímax-orgasmo-gozo', 'dois' são 'dois' novamente. e parecia tão melhor ficar assim sendo 'um'... bem, falo de bom sexo, perceber q 'um' é muito mais mágico-gostoso-delirante-sensacional, te faz dar uma tremenda importância pro outro...! dangerous...
claro, pq eu sou maior cdf li quase tudo + a 'teoria', q era pra relaxar, antes de prosseguir. mas me custou largar o livro.
[...] expõem uma idéia q me fez pensar. a dor e o prazer tem a particularidade de revelar uma condição. a solidão.
não consegui fechar questão. a dor é fato. a experiência da dor é solitária, ainda q vc tenha amparo. a dor profunda, física ou moral, aquela q te macera o coração, a alma, a vontade, é algo q ninguém pode 'tirar' de vc [mesmo q esteja cercado das melhores intenções]. enfim, a dor não é uma experiência compartilhada e tem mesma essa singularidade de mostrar pra vc q vc é vc e apenas vc nesse mundo...
por outro lado, o prazer, q nunca pensei nesses termos, pode te revelar só; mas é uma experiência plena de compartilhamento. mas essa potencialidade depende de que tipo de prazer está em questão. ouvir uma música é deleite solitário. ler rubem fonseca também.
mas o prazer sexual é uma dimensão diferente. ele pode te dar a exata medida da solidão em períodos prolongados de abstinência. terrivelmente terrível, mas óbvio. mas me ocorre pensar nessa solidão dentro do ato sexual, ou após.

a experiência do prazer, quando o encontro é profundo, o q não é comum [pelo contrário. o q é uma lástima], é essencialmente compartilhada. 'n' variáveis determinam q isso aconteça. mas a lógica q resume a idéia é: i.vc sente prazer, ii.vc proporciona prazer, iii.ver o outro sentir prazer, iv.aumenta aumenta o seu próprio prazer. muito resumidamente, pra mim, essa é a lógica do sexo, stritu sensu, bem feito. [tem outras componentes, o cheiro, o gosto, a pele, os olhos, o cérebro, e outras 'substâncias' mais... mas não é um tratado. paramos aqui.]
bom, mas, e isso talvez seja pernicioso, após o 'êxtase-auge-clímax-orgasmo-gozo', 'dois' são 'dois' novamente. e parecia tão melhor ficar assim sendo 'um'... bem, falo de bom sexo, perceber q 'um' é muito mais mágico-gostoso-delirante-sensacional, te faz dar uma tremenda importância pro outro...! dangerous...
Tuesday, December 06, 2005
a volta dos mortos vivos...
claro q não é sobre o filme.
... ser-me-ia de uma complicação fantástica retomar o fio da meada desse blog de uma forma mais ou menos decentemente coerente... retomo, não tão retomando... por várias razões, q enumero a seguir:
1. um relatório do período em off seria, no mínimo 'cacete' [palavrinha q 'aderi' ao vocabulário vinda de tcheckov! resume muito tudo!]
2. passei a maior parte esmagadora absoluta lendo. e isso inclui muitas coisas, até algumas q valeriam o comentário, mas q seria 'cacete' ficar escrevendo...
3. o tempo q não passei lendo, fiz coisas divertidas, interessantes, as quais não convém publicar. reputação... a minha já é uma coisa mais estragada do mundo, sem ninguém nem saber o q eu faço...
4. eu estou olhando pra um texto de um alemão q escreveu sobre o sistema mercantil e sua significância histórica, escrito em 1897, e q eu PRECISO ler... nada vai acontecer se eu não ler. mas eu quero quero quero = preciso!
o q vale a pena falar. fui assistir ontem 'flores partidas', novo do jim jarmusch. muito bom. o vizinho etíope e sua família são especiais!

aí eu me dei conta, mais q em outros tempos, da tarefa de escrever um roteiro. claro q não é elementar. é outra linguagem, a suspensão da realidade acontece num nível diferente, muito diferente da literatura, do teatro...
mas, e o mérito do filme é esse: hay q tener un rigor de ferro pra não deixar a coisa descambar. várias e várias deixas, eu ouvindo o diálogo piegas pronto na boca do bill murray.
mais non! jim jarmusch segue o decálogo do contista perfeito, do meu predileto quiroga, segura seus personagens e os conduz com mão de ferro pela sua história.
... ser-me-ia de uma complicação fantástica retomar o fio da meada desse blog de uma forma mais ou menos decentemente coerente... retomo, não tão retomando... por várias razões, q enumero a seguir:
1. um relatório do período em off seria, no mínimo 'cacete' [palavrinha q 'aderi' ao vocabulário vinda de tcheckov! resume muito tudo!]
2. passei a maior parte esmagadora absoluta lendo. e isso inclui muitas coisas, até algumas q valeriam o comentário, mas q seria 'cacete' ficar escrevendo...
3. o tempo q não passei lendo, fiz coisas divertidas, interessantes, as quais não convém publicar. reputação... a minha já é uma coisa mais estragada do mundo, sem ninguém nem saber o q eu faço...
4. eu estou olhando pra um texto de um alemão q escreveu sobre o sistema mercantil e sua significância histórica, escrito em 1897, e q eu PRECISO ler... nada vai acontecer se eu não ler. mas eu quero quero quero = preciso!
o q vale a pena falar. fui assistir ontem 'flores partidas', novo do jim jarmusch. muito bom. o vizinho etíope e sua família são especiais!

aí eu me dei conta, mais q em outros tempos, da tarefa de escrever um roteiro. claro q não é elementar. é outra linguagem, a suspensão da realidade acontece num nível diferente, muito diferente da literatura, do teatro...
mas, e o mérito do filme é esse: hay q tener un rigor de ferro pra não deixar a coisa descambar. várias e várias deixas, eu ouvindo o diálogo piegas pronto na boca do bill murray.
mais non! jim jarmusch segue o decálogo do contista perfeito, do meu predileto quiroga, segura seus personagens e os conduz com mão de ferro pela sua história.
Friday, November 11, 2005
pesquisa pesquisa pesquisa
moi même... q estou anos-luz longe de postar e ler e comentar blogs por um motivo de força maior. muito maior... volto aqui para um serviço de utilidade pública...
divulgar a pesquisa blogosfera brasil verbeat...

faça como eu, enquanto imprime sarna pra se coçar o fim de semana inteiro, e fica vadiando um pouco na frente do computador... tentando se livrar dessa mérde de ética protestante q a civilização moderna bem criou e introjetou nos nossos inocentes cérebros e sublimes [hã?] espíritos...
responda a pesquisa e vá tomar uma cerveja gelada depois por favor com todo esse calor e sol e tudo mais que perfeito presente e não pretérito porque cerveja gelada tem q tomar na hora agora...
ah... e se não é o GEJFIN pra ir e voltar e botar no ar... to sabendo!
divulgar a pesquisa blogosfera brasil verbeat...

faça como eu, enquanto imprime sarna pra se coçar o fim de semana inteiro, e fica vadiando um pouco na frente do computador... tentando se livrar dessa mérde de ética protestante q a civilização moderna bem criou e introjetou nos nossos inocentes cérebros e sublimes [hã?] espíritos...
responda a pesquisa e vá tomar uma cerveja gelada depois por favor com todo esse calor e sol e tudo mais que perfeito presente e não pretérito porque cerveja gelada tem q tomar na hora agora...
ah... e se não é o GEJFIN pra ir e voltar e botar no ar... to sabendo!
Monday, October 17, 2005
diário...
não. não é o meu. é o 'de notícias' de lisboa.
pois q meu querido amigo duda [o PATO!... o q abandonou a blogosfera sem aviso prévio nem nada] esteve em portugal e me enviou dois jornais de lá.
chegaram sábado de manhã com notícias de agosto. eu estudando, refiz meu planejamento de leituras e me acomodei pra ler as novas antigas da terrinha...!

claro, de tanto sentar o pau na nossa imprensa, q é uma 'm' mesmo, ele se lembrou q eu ia gostar de ver algo diferente. o q me interessa aqui é falar do diário de notícias. um jornal, sem um termo melhor pra defini-lo, ácido.
por isso, muito interessante. e melhor, muito bem escrito. ele inicia com os colunistas. gente q sabe escrever! percebem??? vc lê e percebe o texto tem subtexto, q a coisa vem informada e está construída em bases sólidas. ok, nada menos pós moderno q isso. mas um pouco consistência, e menos achismo não faz mau pra ninguém.
sei lá, é coisa de 'catigoria' mesmo!
e não são apenas as colunas, as matérias, sentando o pau na televisão [sobre um programa cujo tema era elia kazan e marlon brando. estupefato por tratar marlom brando como um 'galã'. eu só vi o sindicato dos ladrões e achei interessantíssimo! peraí, o cara é um ícone, representa toda a perspectiva cultural de uma geração. e a tv o trata assim 'galã', com um rótulo descartável, pueril e pobre. isso era o conteúdo da matéria!]
bom, aí sobram farpas pro primeiro ministro. a valer... pro cinema, pro mundo da propaganda, pra michelin [o guia da michelin comete equívocos históricos abomináveis, no ver de certo colunista. uma falta de informação, cultura etc... e q ele se dá ao trabalho de citar.]e assim por diante.
não é só corrosivo. mas tb é.
e esse é o ponto em q quero chegar. a nossa imprensa é um horror de vendida. ficam vendendo toda essa bobagem de imparcialidade, q não existe e não se atinge. se começam vendendo, como princípio fundador, um postulado imaginário, imaginem o q sobra pro produto, a saber, a notícia. e, catástrofe das catástrofes ainda é mal escrito, cheio de chavões, de lugares-comuns e preconceitos, um texto pobre, piegas e deselegante. pronto, falei!
das duas uma. ou são ingênuos, ou estúpidos o suficiente pra acreditar nisso. ou são canalhas mesmo.
eu não terminei a faculdade. não paguei pra ver. mas leio jornal. e não gosto do q vejo. ou melhor, do q leio.
[...] mas junto veio um cd da 'lura'. não conhecia. mas o cd é uma delícia... mesmo sem eu entender esse português meio enviesado de cabo verde [enviesado pra quem cara pálida? pra ver q tudo depende do ponto de vista...]. e ela ainda é uma bela morena como vcs podem ver...

se o meu blog fosse chique como o do afonso eu deixava a música rolando. mas não tenho idéia de como faze-lo...
pois q meu querido amigo duda [o PATO!... o q abandonou a blogosfera sem aviso prévio nem nada] esteve em portugal e me enviou dois jornais de lá.
chegaram sábado de manhã com notícias de agosto. eu estudando, refiz meu planejamento de leituras e me acomodei pra ler as novas antigas da terrinha...!

claro, de tanto sentar o pau na nossa imprensa, q é uma 'm' mesmo, ele se lembrou q eu ia gostar de ver algo diferente. o q me interessa aqui é falar do diário de notícias. um jornal, sem um termo melhor pra defini-lo, ácido.
por isso, muito interessante. e melhor, muito bem escrito. ele inicia com os colunistas. gente q sabe escrever! percebem??? vc lê e percebe o texto tem subtexto, q a coisa vem informada e está construída em bases sólidas. ok, nada menos pós moderno q isso. mas um pouco consistência, e menos achismo não faz mau pra ninguém.
sei lá, é coisa de 'catigoria' mesmo!
e não são apenas as colunas, as matérias, sentando o pau na televisão [sobre um programa cujo tema era elia kazan e marlon brando. estupefato por tratar marlom brando como um 'galã'. eu só vi o sindicato dos ladrões e achei interessantíssimo! peraí, o cara é um ícone, representa toda a perspectiva cultural de uma geração. e a tv o trata assim 'galã', com um rótulo descartável, pueril e pobre. isso era o conteúdo da matéria!]
bom, aí sobram farpas pro primeiro ministro. a valer... pro cinema, pro mundo da propaganda, pra michelin [o guia da michelin comete equívocos históricos abomináveis, no ver de certo colunista. uma falta de informação, cultura etc... e q ele se dá ao trabalho de citar.]e assim por diante.
não é só corrosivo. mas tb é.
e esse é o ponto em q quero chegar. a nossa imprensa é um horror de vendida. ficam vendendo toda essa bobagem de imparcialidade, q não existe e não se atinge. se começam vendendo, como princípio fundador, um postulado imaginário, imaginem o q sobra pro produto, a saber, a notícia. e, catástrofe das catástrofes ainda é mal escrito, cheio de chavões, de lugares-comuns e preconceitos, um texto pobre, piegas e deselegante. pronto, falei!
das duas uma. ou são ingênuos, ou estúpidos o suficiente pra acreditar nisso. ou são canalhas mesmo.
eu não terminei a faculdade. não paguei pra ver. mas leio jornal. e não gosto do q vejo. ou melhor, do q leio.
[...] mas junto veio um cd da 'lura'. não conhecia. mas o cd é uma delícia... mesmo sem eu entender esse português meio enviesado de cabo verde [enviesado pra quem cara pálida? pra ver q tudo depende do ponto de vista...]. e ela ainda é uma bela morena como vcs podem ver...

se o meu blog fosse chique como o do afonso eu deixava a música rolando. mas não tenho idéia de como faze-lo...
Thursday, October 06, 2005
a morte cansada
assisti ontem esse fritz lang na sala redenção, da ufrgs. é da época 'muda'. muitíssimo interessante, os efeitos especiais então! fantásticos.... ele usa sobreposição de imagens pra criar fantasmas, filtros na câmera, verde, vermelho... e ... oh! profundidade de campo! não é orson welles, ok, é só uma cena. e na verdade é uma profundidade acanhada. mas a pista está lá! o roteiro, escrito por ele, não nega, bastante ao contrário,o romantismo trágico da alma alemã [ + pessimismo alemão = expressionismo, resultado de uma alemanha derrotada na primeira guerra mundial vis-a-vis itália, q na mesma situação e época, cria o neo-realismo]. aqui a morte, cansada, assombra a felicidade de um casal feliz [!]. o cinema de lang: um destino trágico, ao qual o homem se insurge. nesse caso a mulher.
mulher q tb se insurge em 'metrópolis', maria líder dos operários da cidade subterrânea. embora seu desfecho tenha sido considerado simplista [e é, o q não faz de 'metrópolis' menos monumento do ele é] pelo diretor, sempre dá pra culpar a ex-mulher dele, q era roteirista e foi quem 'solucionou' o embróglio entre o capital e o trabalho... o q me faz lembrar q ela, a frau roteirista, ao contrário de lang q convidado por goebbels para trabalhar para o regime nazista, fugiu para os eua, ela... aderiu ao führer. de onde me remete a 'mephisto'... filme de istván szabó, indicação de um amigo, q assisti no domingo a noite. belo filme.
! ah, não poderia esquecer o menino q tocou durante a projeção! a música foi 'improviso' dele. e deu o clima. [bom, se filme e música conseguiram domar uma audiência hiperativa como a do meu amigo ely, q ficou mortificado qdo tomou conhecimento q o filme era mudo, vcs imaginam.... isso me lembra qdo levei um ex-namorado assistir o 'encouraçado potenkin'. o cara ficou petrificado qdo foi informado da data. qdo ficou sabendo q era mudo, quase pediu meu rim em uma bandeija. mas como todo mundo sabe q isso é totalmente fora de questão pq eu só tenho um rim... ele foi embora na metade da projeção. eu fiquei!]
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